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·há 7 horas
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A marca Corinthians deveria ser mais aproveitada. Com uma das maiores torcidas do mundo, o clube tem força suficiente para ser protagonista também fora de campo. Ainda assim, segue desperdiçando oportunidades importantes no marketing, principalmente na conexão com grandes nomes de outros esportes.
Um exemplo claro é o de Rayssa Leal. A “Fadinha” vive o auge da carreira, com títulos, medalhas e enorme popularidade, especialmente entre os jovens. Além disso, é corinthiana assumida e frequentemente aparece com a camisa do clube de forma natural. Esse tipo de identificação é algo raríssimo. Marcas gastam fortunas tentando criar conexões assim e o Corinthians simplesmente já tem. Ainda assim, nunca transformou isso em uma parceria oficial.
A Rayssa não é a única. O Corinthians reúne outros atletas assumidamente corinthianos que poderiam ser melhor aproveitados, como Charles Oliveira, Carlos Prates, Filipe Toledo e Gabriel Medina, atletas de elite, com enorme alcance e forte engajamento com o público. O clube já mostrou no passado que sabe explorar esse tipo de conexão. A parceria com Anderson Silva ajudou a levar a marca para além do futebol e ganhar visibilidade em outros mercados. O problema é que isso nunca virou uma estratégia contínua. Aproveitar nomes de elite de outros esportes poderia gerar novas receitas, seja com produtos exclusivos ou campanhas publicitárias.
No fim, o Corinthians já tem tudo nas mãos. O que falta é organizar.
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