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Não entra na minha cabeça...
Pré-jogo

Não entra na minha cabeça...

É inadmissível um time com a folha que tem e com os salários gordos que esses caras ganham, eles não souberem acertar um passe de 3 metros. Não adianta falar que a culpa é do Diniz porque esses erros bobos existiram com Dorival e com o próprio Ramon. É um elenco ruim e um time titular irregular, não entra na minha cabeça esses caras treinarem todo dia e sempre ter esses erros bobos e grotescos, não são passes bem elaborados, são passes curtos e na maioria das vezes simples, às vezes até erros de domínio básicos... Parece deficiência técnica ou no mínimo muita má vontade. E as decisões? Pensa em um time que tem tomadas de decisões horríveis, mais um exemplo disso foi esse primeiro gol do Grêmio, hoje foi de um contra-ataque que o nosso lateral direito poderia ter tocado curto e ao invés disso tentou dar mais um drible e perdeu a bola... Ocasionando um espaço absurdo sem ele e tomando o gol em transição ofensiva do Grêmio. Será que superestimamos os nossos "guerreiros"? O feijão com arroz bem feito, funciona também, às vezes em uma má fase, se deve fazer o simples até o time inteiro ganhar confiança com uma sequência positiva de resultados, oremos, mantendo o otimismo que ainda podemos reverter ou ao menos empatar esse jogo de hoje.

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@lazarogato857

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Pré-jogo

Se o Diniz não resolver isso, não seremos campeões de novo esse ano

Trabalho no mercado financeiro, gosto de números, e resolvi fazer um estudo só pra tirar uma pulga atrás da orelha... e o resultado me surpreendeu. A pulga era simples. Eu queria ver o número do ataque do Corinthians, pq me parecia que o problema era mais do que fase do Yuri Alberto. Então peguei a temporada inteira de 2026, separei o que foi feito com o Dorival do que está sendo feito com o Diniz, e fui atrás de tudo: gol, finalização, chance criada, conversão, e principalmente de onde vinha cada gol que a gente fez. E o que eu encontrei me fez entender algumas coisas, e me surpreender com outras. Começa por um retrato meio constrangedor. Eu separei todos os nossos gols do ano por setor de quem marcou, atacante, meia ou defensor, e a conta deu isso: Os atacantes fizeram só 34% dos gols, o meio fez 37% e a defesa fez 29%. Quase um terço dos nossos gols saiu do pé ou da cabeça de zagueiro e lateral. Pra ter uma noção do que isso significa, fui olhar isso em alguns clubes diferentes. No Palmeiras o ataque faz 59% dos gols. No Flamengo, 57%. São Paulo, Cruzeiro e Santos, todos na faixa dos 52 a 55%. Ou seja, nós somos (provável) o único grande abaixo de 40%, e ainda com a defesa pesando quase 30% na conta, na base de bola parada. Na era Dorival isso era escancarado. O time tinha a bola, segunda maior posse da liga, e não fazia nada com ela. Era 0,9 gol por jogo, pouco mais de três finalizações certas por partida, e uma média ridícula de chance clara criada. O time rodava a bola em volta da área e não furava ninguém. Aí entra o Diniz, e é aqui que eu fiquei surpreso. Primeiro, o óbvio: o volume de jogo aumentou. As finalizações subiram, as chances criadas em casa praticamente dobraram, os gols por jogo passaram de 0,9 pra 1,4. O time joga mais, chega mais, cria mais. Mas o ataque piorou. A conversão de chance clara do time no campeonato é de 26%, um dos piores da Série A. O Diniz consertou a criação, mas o time passou a chutar e não fazer. O volume cresceu e o aproveitamento caiu junto. Os gols de atacante caíram de 38% no Dorival pra 29% com o Diniz, enquanto o meio-campo subiu pra 41% e virou o setor que mais marca. E agora a parte que mais me pegou, porque vai contra tudo que se fala desse cara. O Diniz tem fama de treinador ofensivo e a fama de que time de Diniz toma muitos gols. Pois a defesa, no Corinthians, é o maior trunfo dele. Os gols sofridos caíram de 0,8 pra 0,4 por jogo. Basicamente uma redução de 50%. O problema é que a defesa não vai conseguir segurar toda vez que o ataque falha. E não dá pra falar de ataque sem encarar o Yuri. Os números dele são duros. Eu peguei os principais centroavantes dos grandes e botei lado a lado, olhando eficiência, quantos chutes o cara precisa pra fazer um gol e quanto das chances claras ele converte. O Carlos Vinícius, no Grêmio, precisa de 2,8 chutes por gol e converte 73% das chances. O Pedro, no Flamengo, 3,5 chutes e 56%. O Flaco López, no Palmeiras, 4,2 e em torno de 50%. O Kaio Jorge e o Calleri, acima de 50%. O Gabigol, muito ruim, 35%. E o Yuri? Precisa de 8 chutes pra fazer um gol e converte 28% das chances claras, a pior taxa do grupo inteiro. Num ranking de centroavante de todos os 20 times da Série A, ele aparece lá embaixo, perto da 18ª posição, O atacante mais semelhente à ele é o Brenner, do Vasco... só que ele tem um salário muito maior. Talvez o problema seja o sacrifício tático do Yuri. Não sei, não pesquisei a fundo a função dele agora. Mas, esse sacríficio não me parece estar justificando a falta de um 9 que marca gols. Se o Diniz não resolver a eficiência desse time, dificilmente a gente ganha alguma coisa esse ano, por melhor que esteja a defesa. Mas não é só resolver o ataque, é realmente resolver o gol. O Kaio César, por exemplo, merece ser titular, porque cria jogo, dá profundidade, faz o time funcionar. Só que ele é um criador, não é um definidor. Quando o Corinthians vira a cabeça pros seus definidores, o que sobra assusta: o Yuri, em fase ruim, o Pedro Raul, em fase pior ainda, e o Memphis, que passou o ano inteiro sem ser testado de verdade na função de 9. Então sobra uma pergunta prática: o que fazer? Eu enxergo quatro caminhos. O primeiro é não vender o Yuri e apostar todas as fichas na recuperação dele. Vale a pena recuperar um jogador bom em fase péssima que já deixou claro que não quer ficar? O segundo é bancar o Memphis como 9 fixo e remontar o time em volta disso, sabendo que ele só vai poder ser usado de verdade pós-Copa do Mundo. O terceiro é trazer o Gui Negão de volta, que vem sendo preterido e pode dar uma resposta que hoje não existe. Cadê ele? E o quarto: contratar um centroavante de verdade na próxima janela. O que não dá é pra ficar parado. 6 meses já se passaram o problema piorou ao invés de melhorar. Precisamos de um 9.

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@hugob22

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Sofra e viva, viva e sofra.
📊Pós-jogo

Sofra e viva, viva e sofra.

A tarde e a noite de domingo chegou, e a minha paixão se perfilou mais uma vez em campo. É assim que a vida se apresenta. Hoje foi dia de embate caloroso e intenso contra o representante de minas — um daqueles confrontos tradicionais do futebol, onde o peso da camisa se sobrepõe na história. Essa é a dinâmica maravilhosa do esporte: ser campeão ou não ser; ser forte ou não ser; pertencer a um estado ou a outro. O futebol proporciona essas nuances, mostrando que as vitórias e as derrotas são apenas o frame que determina qual emoção se registra. Hoje, o jogo foi inegavelmente pegado e sofrido. Muito justifica o desempenho apontando o cansaço, o despreparo, o mérito do adversário, mandinga, desconcentração ou até mesmo decisões questionáveis da comissão técnica à beira do gramado. Mas nada explica porque o desejo e a realidade se debatem tanto na vida de ser alvinegro. Fato é que não dá para fugir da realidade: o timão jogou em um ritmo mais lento do que deveria e atuou com uma cautela excessiva. Contudo, não se pode fingir que essa não seja a nossa própria verdade. Ser corinthiano é ser fiel, é ser apaixonado, é acreditar e, também, estar pronto para viver. Não importa o quão difícil a partida pareça, nós sempre acreditamos que a reviravolta é possível; nós sempre confiamos e olhamos em direção ao inimaginável. E hoje, aos 40 e tantos minutos do segundo tempo, o inimaginável aconteceu. Não há palavras para descrever o gol do marroquino: uma bela finalização após um cruzamento incrível, garantindo uma vitória que veio em um momento espetacular. Os jogadores foram ao êxtase pelo grande desempenho e por tudo o que aconteceu em campo. No fim, o que fica de mais magnífico é contemplar um ambiente capaz de construir, digerir as adversidades e transformar o que chamamos de 90 minutos de puro tesão. Às vezes a gente sofre, às vezes a gente se emociona, mas o mais importante é que a gente sempre vive.

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@frtfabricio

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E se... CROCANTE essa projeção da NQA com 60 mil lugares feita por IA?
📰Notícias

E se... CROCANTE essa projeção da NQA com 60 mil lugares feita por IA?

Crocante?

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@rafapa7

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No Brasil? A mentiria é um privilégio - Lições para vida 1
💬Off-topic

No Brasil? A mentiria é um privilégio - Lições para vida 1

As pessoas não só querem como adoram e imploram para serem enganadas, não estou falando de mentiras pesadas para prejudicar alguém. Mas mentiras leves que escondem coisas sobre você ou aumentam um feito seu. Veja o caso do Yuri, se ele tivesse falado que estava fechadão para o segundo semestre, mesmo não estando, estaria aqui sendo amado. Existem várias outras situações parecidas na nossa vida que podem ser evitadas com uma mentira leve. Então meu amigo, sempre que puder: Minta, inclusive isso vai te ajudar a ascender na vida, talvez até chegar a grandes cargos importantes Basta fazer uma breve reflexão e verá que isso está por toda parte. Por hoje é só, na próxima lição vou te explicar a como viver bem no Brasil sem pagar nenhuma dívida

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@gordaodobone

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Me ajude a segurar, essa barra que é gostar de você.
📊Pós-jogo

Me ajude a segurar, essa barra que é gostar de você.

Amar o Corinthians acima de qualquer resultado, partida ou jogador. O corinthiano entende esse mandamento como poucos. Talvez como ninguém. Nenhuma outra torcida parece compreender, com a mesma profundidade, o que significa permanecer quando tudo convida ao abandono. Porque, quase sempre, somos feridos. Trocados. Injustiçados. E é justamente das cicatrizes que nascem as nossas próprias diretrizes para seguir em frente. O corinthiano convive com o medo, mas escolhe a esperança mesmo assim. Quase como um vício. Mas existe uma contradição inevitável nisso tudo. Todo torcedor corinthiano, cedo ou tarde, entende a verdade por trás desse mandamento. Não por birra. Não por carência. Mas porque o nosso coração insiste em ser fiel àqueles que se tornam extensão da arquibancada dentro de campo. Os que dividem cada disputa como se valesse sobrevivência. Os que mordem, gritam, xingam e jamais se escondem do jogo. Esses deixam de ser apenas jogadores. Tornam-se memória. E memória, no Corinthians, é um tipo raro de eternidade. Há certa beleza nessa relação entre torcida e jogador. Distantes, mas profundamente conectados. Não nos conhecemos pessoalmente, mas nos reconhecemos nos gestos. A arquibancada canta. Eles correm. Nós sofremos. Eles também. E, por alguns instantes, parece que todos dividem o mesmo coração acelerado. Claro, existe injustiça nessa relação. Porque é quase sempre o torcedor quem sai arranhado no final. Somos nós que nos arrependemos de ter sentido demais. Somos nós que precisamos aprender a deixar partir. Mas talvez seja justamente isso que faça do Corinthians o Corinthians. No fim do último jogo, Yuri Alberto parecia se despedir do clube. Nunca foi perfeito. Longe disso. Muitas vezes errou mais do que acertou. Mas continuou tentando. E talvez não exista nada mais corinthiano do que isso. Yuri virou aquele amigo que a gente protege, critica, cobra e defende ao mesmo tempo. Por mais que tentem diminuir sua passagem, ele deixa o nome marcado na história recente do clube. E, para muitos, deixa também a porta aberta no afeto. Mas esse texto nunca foi sobre ele. É sobre nós. Sobre quem ainda se permite sentir tudo o que o futebol oferece: a raiva, o orgulho, o desespero, a esperança irresponsável que reaparece toda semana. Sobre quem se recusa a assistir ao Corinthians de maneira fria, distante, calculada. Porque talvez não exista nada mais corinthiano do que isso: sentir, honestamente e sem medo. Muitos passaram. Outros ainda virão. E nós continuaremos aqui. Sobretudo, com coragem para sentir. Vai Corinthians.

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@mikecoringao

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A omissão da CBF no caso Bobadilla
📰Notícias

A omissão da CBF no caso Bobadilla

A CBF tratar esse lance como interpretativo deixa uma porta aberta para decisões contraditórias no futuro. Hoje, um árbitro entende que não houve infração. Amanhã, em um lance semelhante, outro pode expulsar, e os dois ainda estarão “certos”, porque tudo fica no campo da interpretação. A comissão de arbitragem evitou dizer, de forma proposital, se o Daronco acertou ou errou no lance. Com isso, a responsabilidade acaba sendo transferida para o próximo árbitro que estiver apitando quando uma situação parecida voltar a acontecer. Não tenho dúvida de que, se um jogador do Corinthians fizer o mesmo gesto, será punido com cartão.

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@thaian_0

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Como o meme 67, Atrapalha o corinthians de Fernando Diniz?
📊Pós-jogo

Como o meme 67, Atrapalha o corinthians de Fernando Diniz?

Fala BROTHERS, tudo bem com voces? ​Na moral, eu n to conseguindo dormir com uma parada. Muitas pessoas tão empolgada com a volta do memphis, mas alguém parou pra analisar a geopolítica dos memes dentro desse elenco? O cenário é preocupante gente. ​O time finalmente encaixou. O Diniz tá lá fazendo o dele, o Bidon tá jogando pra caralho, o Lingard tá voando baixo e o Garro...bom, o Garro voltou. O cara finalmente ressuscitou, isso só deixa claro o quão o dorival tava sugando ele. ​MAAAS aí é que mora o perigo: a entrada do Memphis Depay. ​O Fator Memphis vs Equilíbrio ​O time já tá com uma engrenagem perfeita. Lingard, Bidon e Garro fazendo um triozinho gostoso. O Memphis chega com aquela aura de entrosa, e a gente sabe que o Dinizismo exige uma harmonia quase espiritual. Vai demorar pro memphis engrenar, ele pode acabar ofuscando o brilho do Garro. O Garro precisa ser o maestro, se o Memphis trouxer holofote demais, o esquema do Diniz vira um "cada um por si" e o meme do Diniz (aquele da saída de bola que a gente ama/odeia) deixa de ser arte pra virar tragédia grega. ​A Maldição do Meme 67 e o Yuri Alberto ​Agora, o ponto mais polêmico: Yuri Alberto. Todo mundo mete o pau no Yuri, fala que ele tá mal, que a bola bate no pé e volta... mas a real é uma só: O Yuri Alberto é a maior vítima do Meme 67. ​Pra quem não tá ligado, o 67 virou uma entidade. É uma energia que suga o futebol do centroavante. O Yuri não ficou ruim do nada; ele está sendo "drenado" por essa mística negativa. E qual o meu medo? O Memphis chegar, herdar essa carga ou, pior, potencializar o 67 pra cima do resto do ataque. ​Minha Teoria: ​O Memphis é perigoso demais. O corinthians ta jogando demais sem ele, mas ele é o MEMPHIS DEPAY, ele TEM que jogar. Vale a pena quebrar a aura desse time pra encaixar o memphis depay sem ritmo nesse time?

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@tuffoundaiadodesouza

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O problema não é a opinião. É a relevância que ela ainda tem.
💬Off-topic

O problema não é a opinião. É a relevância que ela ainda tem.

O problema nunca foi o Neto ter "opinião forte." Opinião forte faz parte do futebol. O problema começa quando a análise parece dar espaço para questões pessoais, interesses e conveniências. O mesmo Neto que hoje faz críticas pesadas ao ambiente do Corinthians já chamou Duílio de um dos melhores presidentes da história do clube, elogiou publicamente sua gestão e disse que “o tempo mostraria” que ele não era o pior presidente do Corinthians. Também lamentou precisar criticá-lo no caso do cartão corporativo. E o desejo de disputar a presidência do clube em 2026. Tudo isso, isoladamente, poderia ser apenas opinião. Mas, quando colocado em sequência, levanta dúvidas legítimas sobre imparcialidade. Os ataques recentes ao Jesse Lingard reforçam essa sensação. Jogador pode — e deve — ser criticado quando joga mal. Mas existe uma diferença clara entre crítica esportiva e perseguição narrativa. Lingard chegou há pouco tempo e, mesmo assim, já participou diretamente de momentos importantes do time. Ainda assim, parte das críticas parece desproporcional e muito mais voltada à construção de um personagem para o “eu avisei” do que à análise do que acontece dentro de campo. Quem acompanha o Neto há anos sabe que isso não é novidade. Muitas vezes ele espera o primeiro momento ruim para transformar críticas pontuais em ataques exagerados. Já aconteceu antes, inclusive em episódios que ultrapassaram o futebol e chegaram ao campo pessoal, como no caso envolvendo o pai do Memphis Depay. E é justamente aí que mora o problema: quando o comentarista deixa de analisar futebol e passa a transformar tudo em espetáculo pessoal. O mais preocupante é que muita gente ainda trata qualquer fala dele como verdade absoluta, quando várias vezes o discurso parece mudar conforme o contexto, os interesses e os lados envolvidos — especialmente quando o assunto é Corinthians. No fim, talvez a discussão nem seja sobre o Neto em si, mas sobre o peso que certas figuras recebem no debate esportivo mesmo quando misturam análise, política e questões pessoais na mesma narrativa. Fontes: Neto sai em defesa de Duílio após vitória do Corinthians: https://www.lance.com.br/fora-de-campo/neto-sai-em-defesa-de-duilio-apos-vitoria-do-corinthians-o-tempo-vai-mostrar.html Neto elogia trabalho de Duílio no Corinthians e fala sobre presidência: https://www.lance.com.br/fora-de-campo/neto-elogia-trabalho-de-duilio-no-corinthians-e-se-declara-para-presidente-te-amo.html Neto lamenta críticas a Duílio por polêmica do cartão corporativo: https://www.band.com.br/esportes/os-donos-da-bola/noticias/neto-lamenta-ter-que-criticar-duilio-por-polemica-com-cartao-corporativo-202507221620 Neto diz que quer disputar presidência do Corinthians em 2026: https://www.cnnbrasil.com.br/esportes/futebol/corinthians/craque-neto-quer-concorrer-a-presidencia-do-corinthians-em-2026/

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@wid

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BRENO BIDON NÃO É GANDULA - SANTA FÉ 1X1 CORINTHIANS
📊Pós-jogo

BRENO BIDON NÃO É GANDULA - SANTA FÉ 1X1 CORINTHIANS

Jogo de ontem teve diversos asteriscos como todos nós sabemos, altitude, desgaste, outro time buscando resultado, libertadores, enfim, mesmo assim saímos com o empate e até um gostinho nostálgico de 2012. Mas não quero falar sobre isso, meu foco hoje é no atleta Breno Bidon. Acredito que todos nós estamos insatisfeitos com as recentes atuações dele, e que por mais que venha jogando abaixo desde sua lesão, vou comentar apenas sobre o período dele com o professor Diniz, onde Bidon tem sido usado como um meia aberto pela direita, o que por si só, afasta o camisa 7 de grande parte das ações ofensivas, já que o time ataca melhor pelo lado esquerdo a partir da paralela cheia que tanto ouvimos. Então por mais que, na minha visão, não seja o ideal utilizá-lo nas beiradas, que ao menos seja no setor em que o time flui melhor, permitindo maior associação com Garro, Lingard e Bidu. Além do mal posicionamento ele ainda vem de uma má fase, carregando até um pouco de medo de arriscar, Fazendo com que ele se assemelhe com seu primeiro período de oscilação, onde todos sabiam do seu potencial e por isso cobravam, dessa vez muda um pouco por todos terem visto o alto nível que ele atingiu, possibilitando uma cobrança ainda maior. O que me motivou a escrever sobre isso é o próprio Diniz, que logo quando assumiu o time eu tinha certeza que melhoraria o desempenho do Breno, mas isso não vem acontecendo da forma que eu esperava, mas que por ser o Diniz, me faz acreditar que ele pode sim melhorar. Jogadores como ele não podem ser desperdiçados jogando na linha lateral, sem espaço pra driblar, tabelar e principalmente enxergar o jogo. O que vem acontecendo tem muito a ver com questões táticas e isso se prova no jogo de ontem. Quando o Dieguinho entra, o jogo muda e o Diniz finalmente tem o ponta que precisava, que cai pro meio e aparece até mesmo na esquerda, com isso Bidon volta para ocupar o espaço do André, fazendo com que o nosso 7 finalmente jogasse de frente pros lances, melhorando o desempenho merda que ele vinha tendo. Pra fechar, aproveitando que o André não vive boa fase e está fora do clássico de domingo por suspensão do STJD, eu entraria com alguém mais aberto, permitindo recuar o Breno para atuar pelo meio e flutuar pelos lados de acordo com a posse. Dessa forma aproveitamos um dos melhores talentos do Brasil, deixando-o onde jamais deve ser retirado. Um talento como o dele, não pode ser tratado com um simples, "ele sempre foi isso aí, só teve lapsos de craque", como vejo em algumas redes. Por esses motivos, eu digo e repito, Breno Bidon não é gandula!

E

@enz9x_

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PODERÍAMOS TER VENCIDO ONTEM SE DINIZ TIVESSE MEXIDO NO TIME ANTES?
📊Pós-jogo

PODERÍAMOS TER VENCIDO ONTEM SE DINIZ TIVESSE MEXIDO NO TIME ANTES?

Alguns jogadores já estavam mal desde o fim do primeiro tempo, acredito que se o Diniz tivesse mexido no time voltando pro segundo tempo poderiamos ter ganhado de 2x1. É loucura culpar ele? Inclusive 1 minuto antes do gol dos caras eu falei que se saisse gol era culpa do Diniz kkkkkkkkkk. Boca santa a minha, ziquei?

E

@ebk

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Quando a premissa já está equivocada
📊Pós-jogo

Quando a premissa já está equivocada

No último jogo do Corinthians contra o Sol Amarelo, teve dois erros de arbitragem, cujo influenciaram diretamente o resultado emocional e numérico do jogo (placar). Mas venho falar de uma premissa extremamente equivocada quando tratam lances como aquele pênalti de ontem. Que seria o uso do termo "INTERPRETATIVO". Precisamos colocar 2 palavras em questão, uma que é usada e outra que eles deveriam usar, que são, "INTERPRETAÇÃO" e "OPINIÃO". Vamos lá, interpretação; deve ser usada quando o fato permite mais de uma leitura LÓGICA, baseada em DADOS, CONTEXTO, FATOS etc. Por exemplo, um técnico de futebol tirou o camisa 10 do time e colocou o camisa 7, com base em INTERPRETAÇÃO, deve se avaliar, plano de jogo, contexto da partida, análise de desempenho do camisa 10, e assim por diante, se baseando no fato em si, o camisa 10 saiu entrou o 7. "Opinião" é um JUÍZO DE VALOR PESSOAL, que se baseia em crenças pessoais, experiências, gostos, valores etc. Por exemplo, camisa 10 saiu entrou o 7, a "opinião" é que o técnico, é burro por que tirou o camisa 10 do time, que o 10 não jogou nada, que tem que mandar embora ( basicamente o chat SALVE DREW pós o time ser derrotado). Ou seja, no lance do pênalti, NÃO TEM um contato claro e significativo para considerar infração do atleta SELECIONÁVEL Matheus BIDÚ, que gere a queda do atleta NPC do Mira o Sol, ocasionando o pênalti. E quando você usa a palavra "INTERPRETAÇÃO" para invalidar um fato ou uma interpretação óbvia, por apenas um gosto ou tomada de decisão pessoal, como um escudo para não parecer autoritária ou evitar conflitos, essa pessoa é...o adjetivo fica por sua conta. Conclusão; bom, ruim.... Bonito, feio...., certo, errado..., INTENCIONAL, ou não, NÃO SÃO INTERPRETAÇÃO TÉCNICAS, são sistemas de crenças, como ela vê ou sente uma situação, está puramente emitindo uma opinião, e quando usa a palavra INTERPRETAÇÃO, esta tentando dar um ar de "análise técnica" a algo PURAMENTE PESSOAL. Fazendo com que a OPOSIÇÃO que você ocupe, e a sua decisão influêncie a terceiros, fazendo com que suas decisões e postura seja completamente questionadas. Ps: o pai de vocês escreve muito bem, tá?

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@guilhermelux

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